22.1.09

quoting (18)


"inventa a eternidade na simples comoção de olhar uma estrela. basta que a olhes pela primeira vez, depois de a teres olhado inúmeras vezes. e, então, não precisarás de nenhum deus que te ponha a mão no ombro e diga estou aqui. uma estrela espera-te desde toda a eternidade. procura-a. e vê se a não perdes durante a vida inteira. a tua estrela pode não estar no céu. põe-na lá."



[vergílio ferreira]

21.1.09

one in a million



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10.1.09

share and share alike (11)

"são cinco horas e estarás em tua casa. talvez te lembres de mim, enquanto preparas um chá e esperas que chegue alguém, como eu me lembro dos teus olhos castanhos que aprendia a descobrir"

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15.12.08

share and share alike (10)

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'ao longo de muitos dias - os dois sentados na mesa ali mais ao canto direito, frente a uma chávena de chá e com dedos gulosos que entre si se reconheciam - apressavam-se a cumprir o ritual de tantos fins de tarde para mais depressa poderem regressar à sala com cortinados. talvez o tempo se resumisse àqueles encontros. e talvez as palavras que trocavam alimentassem uma laranjeira oca que vivia na praça.'


1.12.08

to treasure (3)

início de dezembro gelado,
gelado,
lareira e aquecedor,
banhos muito quentinhos e avalanche de edredon
ruínas em doses massivas,
chocolate quente,
café bombom,
tosta de queijo com tomate,
álvaro das nicas,
rio coura,
miradouro,
doce,
mimo,
muito mimo
*o meu fim-de-semana*


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29.11.08

*stardust*

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hoje fui ao miradouro, escuro como o dia, um frio descomunal daquele que parece lâminas na pele, vento que corta. moledo lá ao fundo e caminha, espanha também. uma paz solitária e nostálgica, extasiada com a beleza inebriante.

imaginei-te lá a horas tardias noutra estação, a questionares o porque de estarem ali. fechei os olhos e montei o cenário, a tua expressão de surpresa, és tão expressiva, a magia do momento. tu a olhares p o xi, a sonhar e acreditar num projecto, a dizer sim. a entrega partilhada.

está muito frio, demasiado e só aguento o tempo suficiente para contemplar mais uma vez a magnífica paisagem e visualizar-te ali no preciso espaço. é oficial vou te associar sempre aquele pedaço de céu. e é tão bom, parabéns, estou muito feliz por ti*

27.11.08

share and share alike (9)

aqui falei do sr. josé.
que tinha o particular defeito de não gostar do meu cão, vá eu sei que não deixava ninguém aproximar-se para além da distancia de segurança da minha avó com ferozes e sonoras ameaças. convínhamos que o meu cão impunha respeito, conquistando poucos amigos!

voltando ao sr.josé cá se mantém fiel à natureza com o empenho e dedicação próprios. tem horário livre, mas chega invariavelmente antes das 8h e atrevo-me a dizer que vem quase todos os dias da semana embora a frequência também seja opcional.
agora improvisou uma estufa, onde mima as plantas a precisar de especial cuidado, a arte de ressuscitar um manjericão, coentros e outras ervas aromáticas. sim é que dá gosto ver o amor que lhes tem.

26.11.08

sis

'não devia ser assim...

os corações não deviam partir
não deviam ficar pequeninos
não devia haver desilusões
nem estradas confusas
nem dias sem vontade de sorrir
nem sonhos enublados

fico triste por te ver triste
e não saber o que fazer para voltar a encher o teu coração'


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20.11.08

happy birthday

hoje voltei lá atrás a ver o que tinha escrito.
o banho é realmente um daqueles episódios, mas há tantos!
a belga gigante que fizemos ao descobrir que tinham posto a receita no pacote; os desafios com pistas quando chegava do colégio e me fazias andar às voltas pela casa qual caça ao tesouro; a ida à missa em que a mãe nos tinha de separar em duas pontas e tu alegavas que não tinhas feito nada que não sabias porque me estava constantemente a rir; as estórias que me contavas antes de dormir em que eu dizia 'não os três porquinhos com a branca de neve e o mickey, não pode ser não é daí' respondias 'mas queres que eu conte ou não? se já sabes como é, não é preciso'; o norte e sul ao vivo; os telefonemas para a lista a dizer que eras o herman josé; as exposições de desenhos em casa da avó; o bubble bubble; a papinha cerelac quando jogavamos ao um esconde-se e todos procuram; dar pus com o isqueiro na garagem; a boleia na boss para o maria lamas; a ida aos 14 anos à queima das fitas no palácio para ver o pedro abrunhosa; as primeiras saídas à noite; a aventura de patins em linha e mota que trago marcada no braço; a burra da baleia; 'pedrinho é natureza'; o sagui quando caiu na retrete e tivemos de chamar o pai que usou o secador; o pai a cair da mota e nós à volta dele; as férias em moledo quando ficavamos sozinhos com a avó inês; as duas caixas de aftereight que me deste quando fiz 13 anos; as brincadeiras com os fardos de palha em vermoim; o castigo que tiveste da julieta do portão quando me foste defender no colégio! lembraste? :):):)

18.11.08

quoting (17)

chamo-te porque tudo está ainda no princípio
esuportar é o tempo mais comprido.

peço-te que venhas e me dês a liberdade,
que um só de teus olhares me purifique e acabe.

há muitas coisas que não quero ver.

peço-te que sejas o presente.
peço-te que inundes tudo.
e que o teu reino antes do tempo venha
e se derrame sobre a terra
em primavera feroz precipitado.


[sophia de mello breyner andresen]

14.11.08

sorrow (2)

custou tanto (ontem) voltar lá!

assim que entrei a mesma sensação, o chão a fugir, a respiração desobediente, o coração a bater descompassado, um rio a querer sair, o tempo que pára como num filme em slow motion as imagens todas desfocadas. a memória que percorre todos os ficheiros e selecciona episódios aleatórios de momentos bons, marcados em mim, no que sou, no que me tornei. um vendaval cá dentro em que preciso de fazer um esforço brutal para serenar, focar-me onde estou e sair de mim. respiro. e então olho reconheço outra vez a meu lado, aquele sorriso tão familiar, as mãos fortes e seguras que sempre me acompanham e que identifico como porto seguro.

estou lá outra vez, viagem no tempo, entramos no quarto, as pernas tremem enquanto desinfecto as mãos, segura-me na carteira, não consigo focar, andar, sinto as mãos que teimam em não me largar nas costas e então vejo-te.
dormes um sono profundo só teu, calmo, sereno, estás tão bonita, como és, toco-te e falo então contigo. digo que tenho saudades tuas, que logo nos vamos ver, que gosto muito de ti e te admiro por seres forte. ouço a voz das mãos que me guiam dizer que estás muito bem cuidada depois de ter cuidadosamente inspeccionado todas as máquinas e os valores assinalados, faz-te uma festa na cabeça e percebo a ternura desse gesto. despeço-me apressadamente e prometo a ti e a mim que nos veremos em breve. tínhamos-nos cruzado com os teus pais, carregavam uma sombra pesada e não fui capaz de os confortar, senti-me a desabar. ouço a voz que me acompanha faze-lo por mim e aceno continuamente com a cabeça.

falo contigo em sonhos e chamo-te. os dias que teimam em se suceder contigo deitada, a corrente de energia que falha com a cirurgia a ser cancelada por problemas respiratórios assim que te viram de barriga para baixo. passa uma semana, expectativas e esperança renovada e eis que chegam as notícias, tudo correu pelo melhor nas longas e lentas 7 horas.
ganhaste a luta.
voltamos lá, já não estás, passaram apenas dois dias e já saíste de lá, foste transferida. chego à porta do novo quarto e não consigo, sinto um aperto difícil de suprimir. paramos um instante, a voz diz “está a sorrir, já me viu”. a tua mãe vem na nossa direcção já tem luz, tropeço nas palavras, vamos ter contigo e só consigo sorrir, ouço-o falar e diz tudo o que eu te queria dizer que foste valente (tal como o nome indica), que o pior já passou, que já tínhamos estado juntos, incentiva-te e mais uma vez transmite aos teus pais tudo o que me teima em ficar cá dentro. a tua mãe pergunta quem é, tu encolhes os ombros e dizes oh a mariana! aqui já não há lágrimas para suster, estou tão feliz por ter ver!
volto nos teus anos pensava que não te ia ver, surpresa, a tua mãe chega para nos receber e desta vez as palavras não consigo segurar, atropelam-se umas as outras, digo uma data de disparates seguidos, falo sobre o anel que recebeste de presente que já tinha visto no email, do livro, da flor, perco-me e conto de uma assentada para nada perder, não há fio condutor nem estrutura lógica, não caibo em mim e é quando te ouço dizer “estavas a precisar de te apaixonar” sinto a tua doçura, compreensão, empatia e partilha, guardo o momento forte cá dentro com o peso da sua importância, fazes 27 anos.

e no entanto ontem quando lá voltei, o cheiro, a repetição da sensação, o mesmo tremer, tive um flashback. estou na trofa no atl, ainda é cedo ligo o computador e vou ver o email, as linhas sobrepõem-se não consigo ler, tenho de fazer um esforço para seguir com o dedo, começo a extrair significado, diz que deu o meu email porque tiveste um problema grave de saúde e é então que entendo as mensagens que te enviava e teimavam ficar pendentes, eu sempre a justificar a mim própria que te tinham voltado a roubar o telemóvel, não acabo de ler, procuro o outro email e enquanto vejo ligo ao meu pai, as lágrimas explodem, diz que vai saber. penso em todas as pessoas que conheço com ligação ao hospital s.joão, elaboro uma rede de contactos no meio da angústia, os telefonemas sucedem-se e é um pesadelo que teima em se manter real.

percebo então que tenho de quebrar esta roda-viva de imagens, sentimentos, intensidade, pensamentos, os enquadramentos a sucederem-se como uma fita de cinema desgovernada.
é passado, passou, estás cá, estás comigo, estás bem e feliz, és um exemplo, resististe à fisioterapia tu que não gostas de exercício físico, candidataste-te à feup, estás a trabalhar contrato de três anos, vão viver juntos um projecto a dois. não consigo exprimir o quanto me sinto orgulhosa e feliz por te ter como amiga.

vejo agora que tinha de voltar lá trás, muita dor e emoção. estou noutro andar, noutro serviço, não és tu, sigo com aqueles mesmos passos que me acompanham a meu lado, em qualquer lugar os reconheceria.


perguntam “é filho?”

entra e a porta fecha-se e eu fecho-me em mim, percorro tudo outra vez.
“queria ver a minha irmã, sou médico”

“eu sei fui seu aluno, esta senhora é um encanto”.

regresso daquela dimensão, sinto outra vez as mãos fortes nas costas
“está toda bem disposta, diz que tem muita fome, não lhe vão fazer o exame porque era de risco”. faço um esforço brutal para me conter, sinto aquele sorriso que o caracteriza ao chamar-me peixinho do mar. deixo de pensar, assim que nos separamos rebento em lágrimas..
a vida em suspenso.

12.11.08

I will mend your heart


*punha-me todo nas tuas mãos
*


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11.11.08

wishes and hopes (3)

'..a ver se temos mais sorte, não é mais sorte.. é mais clareza, mais portas abertas, mais estrelas, mais caminhos e mais viagens, mais 'sins', mais tempo juntas, mais caminhadas, mais momentos relax, mais noites a dançar, mais amor, mais paixão, mais filmes bons, mais sushi, mais abraços apertados, mais projectos, mais conversas transformadoras, mais happy pills, mais surpresas (boas), mais massagens, mais mundo, mais sorrisos, mais força para acordar todos os dias enrolar as pestanas e sair porta fora com vontade de conquistar o mundo!
andamos todos à procura do mesmo. de um sentido para acordar todas as manhas. para brindar alegremente a cada ano que passa. um sentido para seguir, continuar a lutar muitas vezes nem sabemos bem pelo quê, para continuar a perseguir essa tal felicidade tão preenchedora como efémera. pensamos que há uma idade para atingir esse ponto em que chegamos ‘lá’. e que ai tudo será mais esclarecedor, mais límpido. a verdade é que não sei.. nada de nada! não sei qual o sentido, não sei bem porque acordo, nem atrás do que corro. não sei se algum dia vou saber. se algum dia será diferente. só posso dizer que há momentos em que sinto que tenho tudo, tudo o que procuro dentro de um momento de partilha. outras em que sinto que não tenho certezas de nada. gostava que tudo fosse tão bom, tão simples, tão verdadeiro e enriquecedor como a nossa amizade.'

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9.11.08

frightened - pandora's box

after prometheus's theft of the secret of fire, zeus ordered hephaestus to create the woman pandora as part of the punishment for mankind. pandora was given many seductive gifts from aphrodite, hermes, charites, and horae. pandora had been given a large jar and instructed by zeus to keep it closed, but she had also been given the gift of curiosity, and ultimately opened it. when she opened it, all of the evils, ills, diseases, and burdensome labor that mankind had not known previously, escaped from the jar, although pandora was quick enough to close it again and keep one value inside: hope. we are not told why hope alone remained in the jar. there is no reason to think pandora acted out of malice in opening the jar, for she was exercising her curiosity, and also when she saw what was let out of it, she quickly closed it.


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25.10.08

to treasure (2)

'the yogi learns to forget the past. the yogi has no hope. he lives in the eternal present.' é aqui a felicidade. é isso que poucos entendem. a mim basta-me que tu entendas. não é desde os 5 anos como nos filmes, não é até aos 70 anos como nos filmes, é agora, só agora. the eternal present onde eu e tu somos felizes. sem passado, sem medo'

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existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível
sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a
despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
uma só idade para a gente se encantar com a vida e
viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo nem culpa de sentir prazer.
fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa
própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito, nem pudor.
tempo de entusiasmo e coragem
em que todo desafio é mais um convite à luta que
a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo novo, de
novo e de novo, e quantas vezes for preciso.
essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e
tem a duração do instante que passa .

mário quintana

19.9.08

quoting (16)


trago nas mãos um búzio ressoante
onde os ventos do mar se reuniram,
e das mãos, ou do búzio murmurante,
alastra em cor e som irradiante
a beleza que os olhos despiram




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[josé saramago]

17.9.08

quoting (15)


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'foi um processo longo e difícil, como sempre o são as aproximações entre duas pessoas habituadas a estarem sozinhas. primeiro parece fácil, é o coração que arrasta a cabeça, a vontade de ser feliz que cala as dúvidas e os medos. mas depois é a cabeça que trava o coração, as pequenas coisas que parecem derrotar as grandes, um sufoco inexplicável que parece instalar-se onde dantes estava a intimidade. é preciso saber passar tudo isso e conseguir chegar mais além, onde a cumplicidade - de tudo, o mais díficil de atingir - os torna verdadeiramente amantes'



[miguel sousa tavares]

27.4.08

us


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24.4.08

welcome back


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22.4.08

do it


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12.4.08

happiness only real when shared

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11.4.08

hug me thirty three thousand times


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10.4.08

self-disclosure

heidegger (1927/ 1962) considered self-disclosure essential to our understanding of our own existence and as an inevitable part of being human; indeed, talk is the way we disclose our primordial, primitive conditions of being-in-the-world. laing (1962), on the other hand, viewed self-disclosure as a person's "making patent" his or her "true self". he argued that the possibility of "going forward" exists only when self-disclosing, when a person "puts himself into his actions"·. more important than serving as a way to "go forward," self-disclosure also serves as a way to create and understand our personal selves as well as our interpersonal selves: "the act I do is felt to be me, and I become 'me' in and through such action".
jourard (1971b), more than anyone else, has influenced the way we
currently think about research on self-disclosure. considering self-disclosure from an interpersonal perspective, he saw it as the way for people to express and to create intimacy, closeness, and love - as the way to be less mysterious to one another.
self-disclosure is a scary notion! It can explain our existence, reveal who
we are to ourselves and others as we disclose and engage in an act of "becoming," and, more fundamentally, allow us to exist in the world. It can help us to "heal" ourselves and, simultaneously, serve as an indication of the intimacy of our relationships. paraphrasing jourard (1971b), self-disclosure requires courage, not only the courage to be,but the courage to be known and to be perceived by others as one actually is.
self-disclosure refers to times when you share very private, intimate secrets about yourself with another person. typically in a counseling setting, self-disclosure is necessary to make significant progress. not only is this important in counseling settings, but it is crucial for successful, loving relationships.

28.3.08

dentist

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percebe-se que não vou há muito tempo ao dentista quando fico em pleno estado de choque ao perceber que o dr. neves está com os cabelos brancos e eu que achava que permanecia exactamente igual desde que há 15 anos me deitei naquela cadeira e me colou os braquetes sem aviso prévio [sim eu sei que já tinha perdido três aparelhos], lembro-me de olhar para o espelho e chorar no mesmo minuto, foi um choque, não nunca tinha visto ninguém com aquilo e era a única na minha escola, família ou circulo de amigos com um. lembro-me também das palavras de consolo do meu irmão que estava a espera da sua vez dentro do consultório na cadeira ao lado, enquanto o dentista dizia que ia ser uma moda o meu irmão ia dizendo que nem se notava e outras mentiras que tais. o pior foi quando chegou a vez dele, deitou-se na cadeira e o dr. neves informou-o de que também ia por um aparelho fixo.

conseguem imaginar a reacção do meu irmão? isto depois do apoio que me deu?

pois a resposta foi inequívoca 'nem pensar!' e eis que fiquei outra vez a chorar. o dr neves prometeu que era apenas 1 ano e cumpriu, mas disse também que passado cerca de 9 anos teria de voltar a usar por causa do crescimento e mudanças inerentes. hoje passado todos estes anos ainda não tive coragem de rever os braquetes.

8.3.08

christmas is over

ontem acabei com o natal ou pelo menos comi o que restava dele


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22.2.08

here we go again, another challenge

on your marks,


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get set..


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go

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15.2.08

os emigrantes do sec. XXI regressam à cidade invicta em força no mês de fevereiro e eu agradeço por isso :)

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14.2.08

valentine's day



devo confessar que sendo o dia que é, ter recebido estes presentes pode levar a conclusões precipitadas :) diz que tenho umas amigas que são um doce!

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1.2.08

once more



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let the new year begin


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mermaid wishes