10.10.07
celebrate (1)
e eis que por fim comemoramos a ENCONTRAR+SE
com o lançamento da campanha anti-estigma, exactamente 1 ano após o nascimento.
wished starfish
8.10.07
pyjama's party
quem diria que ia voltar a dormir na minha casa antiga (mesmo por baixo de onde ficava o meu quarto), estava longe de imaginar e fui tão bem recebida! tive direito a massa deliciosa com cogumelos frescos, pimentos, queijo e tomate. e vi finalmente um clássico com audrey hepburn 'sabrina'. obrigada, obrigada, obrigada pela hospitalidade.
wished starfish
1.10.07
8.9.07
7.9.07
1.9.07
31.8.07
quoting (14)
impressão digital
"o calor é uma fera enfurecida que se lança a nós com os seus dentes claros e mordazes. o corpo foge-nos, mas não há lugar para onde essa fuga vá. sob a solidão do sol, o que vem dele é uma treva de luz que fere e cega. tudo levita num repouso agitado, denso, ameaçado. no cume do calor, quando nem para os mortos há sombra, o mundo é uma fotografia tremida, um espelho embaciado, um lodo lento. as coisas falam todas a mesma língua e os seus nomes lançam-se uns contra os outros. nessa hora, o chão é um solo de bailado que apenas aceita ser tocado por pés que correm. estamos na grande estação do desejo e passa um vento vermelho sobre a terra. agora sentimos que os sentidos se alucinam. se o inverno é a estação da ausência dos deuses, o verão é a estação da sua presença asfixiante.
deus e o verão são "post-its" do homem: colam-se a ele, marcam-no, lembram-lhe o que ele esquece, desassossegam-no. o verão é a estação das idas e das vindas, dos passados e dos futuros. no passado, está o nosso princípio e, no futuro, o nosso fim. o verão é princípio e regresso ao princípio, diferença e repetição, memória desperta e recuperada. todas as praias se situam na infância, e nós, quando vamos para o mar, somos adolescentes a correr para a criança que fomos. sophia de mello breyner conta: 'aos doze anos, descobri a odisseia. eu passava o verão numa praia do norte e, para mim, era a época da felicidade, das férias, da praia, do mar, do andar descalça.' mas o verão é também o fim das noites que amanhecem e dos seus amores fugidios. e o fim das férias grandes, que são sempre o tempo do coração. o mar símbolo de um eterno retorno que nos transporta no tempo e traz o tempo connosco. 'mesmo que não conheças nem o mês nem o lugar/ caminha para o mar pelo verão'. 'é triste no outono concluir/ que era o verão a única estação'"
deus e o verão são "post-its" do homem: colam-se a ele, marcam-no, lembram-lhe o que ele esquece, desassossegam-no. o verão é a estação das idas e das vindas, dos passados e dos futuros. no passado, está o nosso princípio e, no futuro, o nosso fim. o verão é princípio e regresso ao princípio, diferença e repetição, memória desperta e recuperada. todas as praias se situam na infância, e nós, quando vamos para o mar, somos adolescentes a correr para a criança que fomos. sophia de mello breyner conta: 'aos doze anos, descobri a odisseia. eu passava o verão numa praia do norte e, para mim, era a época da felicidade, das férias, da praia, do mar, do andar descalça.' mas o verão é também o fim das noites que amanhecem e dos seus amores fugidios. e o fim das férias grandes, que são sempre o tempo do coração. o mar símbolo de um eterno retorno que nos transporta no tempo e traz o tempo connosco. 'mesmo que não conheças nem o mês nem o lugar/ caminha para o mar pelo verão'. 'é triste no outono concluir/ que era o verão a única estação'"
[José Manuel dos Santos]
wished starfish
1.8.07
29.7.07
sweet
obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada
obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada
obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada
wished starfish
28.7.07
27.7.07
it's a kind of magic (5)
smile though your heart is aching
smile even though it's breaking
when there are clouds in the sky, you'll get by
if you smile through your fear and sorrow
smile and maybe tomorrow
you'll see the sun come shining through for you
light up your face with gladness
hide every trace of sadness
although a tear may be ever so near
that's the time you must keep on trying
smile, what's the use of crying?
you'll find that life is still worthwhile
if you just smile
smile even though it's breaking
when there are clouds in the sky, you'll get by
if you smile through your fear and sorrow
smile and maybe tomorrow
you'll see the sun come shining through for you
light up your face with gladness
hide every trace of sadness
although a tear may be ever so near
that's the time you must keep on trying
smile, what's the use of crying?
you'll find that life is still worthwhile
if you just smile
wished starfish
22.7.07
wishes and hopes (2)
não choro. não agora.
a mim também me apetecia, ir contigo. enchíamos o depósito e íamos sem destino. seguíamos ao sabor do vento a parávamos quando fosse tempo. contava-te os meus planos, as expectativas e tu, tão doce, ao ouvido me dirias como me imaginavas, daqui a uns anos. não sei como me vês, mas só o facto de pronunciares essa palavra, já traz luz e força. sei que tenho o teu ombro, incondicional, mas não quero que chores mais comigo, como fizeste naquele dia de gomas. alegrar me contigo é, bem sabes, tarefa fácil ou não fosses tu feita de sorrisos, de mimos, de vontade de fazer uma aula de trapézio e trampolim. descobriria que afinal os dias podem ser luminosos e ainda assim escuros, como as duas faces da mesma moeda, a revelar e a ensinar, uma e outra vez, que é mesmo assim a vida, feita de contrastes. a luz acesa pois, enquanto dizemos aos meninos para irem dar uma volta, apenas por um instante. podendo assim exorcizar essa dor, que daria, depois, lugar ao ar fresco.
sublime, esses mergulhos, risos.
caminhamos sim, caminhadas junto às ondas, até onde o rio encontra o sal. caminhamos.
wished starfish
17.7.07
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